Anotações oníricas [Viagens ao dormir]

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Agorinha eu abri o meu e-mail e o Personare avisou: “Para quem deseja adquirir bens imóveis ou terras, este é o momento certo.”

Dei risada. Por causa do sonho da noite passada.

Sonhei que eu e Cleiton conversávamos na sala com Priscila, um travesti corretor de imóveis! O papo com Priscila era tão legal, mas tão legal, que eu fiquei com raiva do despertador, sabe assim? Porque quanto ele tocou, aquela figura simpática sumiu da minha vida!

A gente contava que precisava urgente de um apartamento de dois quartos, mas que não podia gastar muito. E Priscila, incisiva, disparava:

– Vão ter que ir mais pro centro, zona leste ou Rio de Janeiro!

Hahahahahahaha. O cômico é que comprar um apartamento no Rio é muito mais caro que aqui em São Paulo.

– Nossa! Você quer mudar nossa vida mesmo, hein? – eu dizia pra ela.

– Sim, querida. Qual o problema de ir morar no Rio? É perto, não é nenhuma “perseguição” (essa parte não entendi bem, hehehehe) ou drama. Menos.

Hahahahahahahaha. Eu acordei e Priscila sumiu. Mas adorei o encontro com ela. E o Personare, para completar, ainda me avisa que ela veio na hora certa.

 

 

Simples assim.
Sonhei que achava meu passaporte.

Sonhei que eu estava em São José dos Campos. Nunca fui lá. Só vi da estrada, se é que vi direito. Mas noite passada estive lá em sonhos. Cheguei, peguei um táxi e pedi que o taxista me levasse a um hotel do centro. Ele me olhou espantado e disse que a região era “estranha”. Quando quis saber por que, ele me disse: “Porque lá é muito boêmio, frequentado por jornalistas, sabe?” Aí eu disse: “OK, porque também sou jornalista.”

O taxista de São José dos Campos me olhou com uma cara de muito espanto. E, aparentemente, me levou ao destino final. Mas, antes disso, eu acordei.

Essa noite sonhei com Bernardo. Acho que pela primeira vez. Estava na casa de Dona Tina, aquela casa que eu tanto amo! Lembro bem que todos da família apareceram no sonho. Eu estava brincando com Bernardo, o maior dengo. Ele só tinha olhos pra Fi (eu!). Até Adriano “bro” chegar! hahahahaha Daí ele pulou do meu colo pro de Adriano, e não quis mais nada comigo. E eu ficava reclamando que aquilo era covardia, que concorrer com ídolo ninguém pode. E Marina dizia pra Adriano devolver Bernardo pra mim! hahahaha

Bernardelvis: show em São Paulo

Outro sonho da noite cheia de sonhos foi que eu jogava o Guia da Folha dessa semana, que dormiu no chão, do meu lado da cama, na Paulista. E um ônibus passava por cima. E eu LOUCA ia pro meio da avenida tentar pegar a revistinha toda amassada.

Sonhei também com a primeira pessoa do trabalho novo! Eu ligava para Bruno, daqui de casa, e pedia para ele avisar pra Larissa que eu não ia trabalhar naquele dia. hehehehehe

Provavelmente pela primeira vez também eu sonhei com Reuben! Mas até no sonho ele estava sumido e só “apareceu” por telefone. hehehehehehe

Reuben, que saudade!

Acho que me lembro só desses, mas acordei com a cabeça pesada de tanto sonhar.

Meu restaurante favorito é o Gopala Madhava. Acho que hoje mesmo vou lá. Talvez já prevendo isso, eu sonhei com o restaurante pela primeira vez na vida essa noite.

A gula só não foi maior, porque a comida deliciosa não aparecia. Eu já estava no caixa, pagando para a moça de sempre, quando perguntei a ela por que o salão onde fica o caixa estava sem os quadros e vazio.

– Estamos reformando. Aqui vai ser uma lojinha.

E eu dizia: – Mas vai crescer pra onde? Porque não quero mais fila. Aloka! [sim, eu falava a loka no sonho, hehehehe]

Daí ela foi me mostrar um quintal enorme, atrás da cozinha, onde seria o novo salão. Era bem bonito. E não sei por que, mas eu estava com um incenso do João nas mãos, aceso, e uma das atendentes, que estava no quintal fazendo incensos para serem vendidos no restaurante, elogiava o aroma. 🙂

Paul estava assim, lá no Sesc!

Sabe aqueles sonhos tão bons, mas tão bons, que a gente acorda sorrindo? Pois minha manhã de domingo até que começou legal, graças ao Sir Paul.

Sonhei que ele fazia um showzinho básico na Choperia do Sesc Pompeia. hahahaha Como sonhar NÃO CUSTA NADA, nem estava lotado!!! Cheio, mas com aquelas laterais bem vazias até. Como sonho tem que ser louco, o palco era no lado oposto ao que é.

Eu estava bem na frente. Grudada. Via Paul muito de perto. E ele estava amarrado a umas cordas, era jogado, como se estivesse voando, em cima da plateia. No chão, uma criança com deficiência estava dentro de um cesto da AACD. E ele mostrava uma rosa vermelha para a criança, enquanto “voava”.

O lado pesadelo desse sonho ótimo é que eu tinha deixado as baterias da máquina em casa recarregando. Detalhe: essa noite deixei duas baterias recarregando mesmo. E, no show do Macca, eu só estava com uma bateria no finalzinho, e eu me desesperava um pouco, claro. Do meu lado, uma menina que nunca vi na vida, virava pra mim e dizia que ele tinha sorrido ao ver minha tatuagem dos Beatles. Na hora em que tinha virado para procurar Dânia, minha irmã, que estava comigo. Depois, a mesma menina dizia: “Fernanda, você já leu um livro chamado Comédias da Vida de um Jornalista?” Eu olhava pra ela com raiva, só porque ela sabia meu nome e também sabia que eu era jornalista. E respondia que nunca tinha nem ouvido falar desse livro. hahahaha

Apesar da intrusa, eu acordei leve, leve. Como se estivesse mesmo tido a chance de ver Paul mais uma vez.

Eu e CB, o astro do sonho!

Sonhei que CB voltava a morar em São Paulo. Ô vontade grande!!

Eu ligava para a nova casa dele e caía na caixa postal. Ele nem aparecia no sonho. Mas a gravação com a voz dele era a prova de que o poeta estava de volta! Ele dizia, daquele jeito empolgado dele, que não estava, que ali era a nova morada paulistana e praticamente berrava o número do telefone, fazendo questão de falar “ddd 11”.