Anotações oníricas [Viagens ao dormir]

Posts Tagged ‘são luís

O sonho da noite foi LINDO!

Eu e Cleitin estávamos em um carro, em uma estrada escura, rumo a um show de Roberto Carlos. Parecia que era a estrada de Ribamar, e o show era meio longe. Estávamos em São Luís, ou seja, a chance de ser em Ribamar era grande, hehehehe

A caminho do show, eu dirigindo, ele do lado contando histórias enquanto ouvíamos música, ele via um bilhete de mamãe. Ela tinha nos dado R$ 303 (olha a precisão dos três reais!) para que a gente comesse durante o show do Rei.

Mamãe consegue ser linda e fofa na vida real e nos sonhos.

 

Sonhei com vovó Cita. Era hoje e ela estava viva, mas nem de longe aparentava a idade que teria atualmente, quase 88 anos. Estava nova e morava em uma linda casa de condomínio, com uma piscina no quintal todo gramado. Vera morava com ela e também aparentava ser mais nova.

De resto, todos nós tínhamos a cara de hoje. Estávamos tomando banho na piscina, à noite. Era uma espécie de inauguração da casa de vovó. Papai de dentro da piscina gritava que não ia mentir e que agora queria mesmo um neto “machinho”.

Todos riram muito. Foi o sonho mais acolhedor dos últimos tempos.

Tulips

Anteontem eu sonhei que estava em um show de Tulipa. Normal, se eu pensar que anteontem eu estava MESMO em um show de Tulipa.

MAS, como sonho é sonho, o show era no velhooooooo auditório do Marista, minha escola. Aquelas cadeiras duras adoráveis, onde vi tantas apresentações. Aquele palco onde vez por outra a artista tímida era eu!

Tulipa estava atrasada, o auditório estava lotado. De repente, entrava no palco Thalma de Freitas, com uma roupa linda, meio fantasia, com a barriga de fora e o cabelo mais montado de todo o universo. Ela entrava para dizer que Tulipa estava no camarim, muito nervosa, mas que em breve começaria o show. “Ela está triste porque essa temporada foi maravilhosa e já acaba amanhã.” Palmas, muitas palmas!

Quando Tulipa entrou no palco, radiante como sempre, a maior surpresa onírica! O auditório, o velhooooooooo auditório da minha velha escola, começava a se mover. Ele todinho! O auditório era uma espécie de ônibus e levaria todo mundo – cadeiras duras, palco, cantora, plateia – para um passeio pela cidade.

Essa noite sonhei com Bernardo. Acho que pela primeira vez. Estava na casa de Dona Tina, aquela casa que eu tanto amo! Lembro bem que todos da família apareceram no sonho. Eu estava brincando com Bernardo, o maior dengo. Ele só tinha olhos pra Fi (eu!). Até Adriano “bro” chegar! hahahahaha Daí ele pulou do meu colo pro de Adriano, e não quis mais nada comigo. E eu ficava reclamando que aquilo era covardia, que concorrer com ídolo ninguém pode. E Marina dizia pra Adriano devolver Bernardo pra mim! hahahaha

Bernardelvis: show em São Paulo

Outro sonho da noite cheia de sonhos foi que eu jogava o Guia da Folha dessa semana, que dormiu no chão, do meu lado da cama, na Paulista. E um ônibus passava por cima. E eu LOUCA ia pro meio da avenida tentar pegar a revistinha toda amassada.

Sonhei também com a primeira pessoa do trabalho novo! Eu ligava para Bruno, daqui de casa, e pedia para ele avisar pra Larissa que eu não ia trabalhar naquele dia. hehehehehe

Provavelmente pela primeira vez também eu sonhei com Reuben! Mas até no sonho ele estava sumido e só “apareceu” por telefone. hehehehehehe

Reuben, que saudade!

Acho que me lembro só desses, mas acordei com a cabeça pesada de tanto sonhar.

Sonhei com Paul McCartney ontem e anteontem.

Ontem ele estava passando som para um show que faria no Marista, escola onde estudei. E eu não conseguia entrar. Ficava doida, andando pela calçada, e me diziam que não cabia mais ninguém lá dentro.

Anteontem eu tive mais sorte. Bem mais. Eu e Cleiton estávamos em um show de Paul na praia de Copacabana. Aham! Detalhes bizarros oníricos: cada pessoa estava sentada em uma carteira de escola, colocada na areia mesmo. E a gente estava na primeira fila! Quase no final do show, o velho e amado Macca descia do palco e ia até a minha carteira. Segurava minhas duas mãos e continuava cantando.

Sonho é bom porque é da gente! 😛

Bibi me contou hoje que sonhou uma coisa que a fez acordar agoniada, pensando na minha tristeza, caso fosse verdade. Ela passava em frente ao Elefantinho e estava tudo demolido. Meu lugar favorito em São Luís todinho no chão. Isso seria um pesadelo, não gosto nem de pensar. Elefantinho é a sorveteria da MINHA VIDA.

No sonho dessa noite – um dos, porque sei que foram vários!! – eu era destemida. Muito destemida.

Eu e Cleiton estávamos em São Luís. Parecia a região da praça Maria Aragão. Estava muito escuro e a gente estava caminhando para pegar o carro. No meio da escuridão, aparecia um cara, de uns 40 anos mais ou menos, e nos atacava. Queria minha bolsa vermelha e mandava a gente calar a boca.

A bolsa que o ladrão queria

Eis que eu enfiava uma faca na barriga do cara. Começou a sair sangue pra todo lado e ele ficou cambaleando, sem cair. Detalhe: a faca usada era uma que tem aqui em casa, do cabo de madeira, que eu adoro usar para descascar laranja. Ela ficava enfiada no bucho do ladrão e eu ia lá arrancar, porque fazia questão de pegar minha faca favorita de volta.

Cruzes!

Sonhar que está atravessando uma missa lotada de gente, na igreja do São Francisco, enrolada em uma toalha, é bem bizarro, não? Pois é. E mais que isso: correndo de toalha, sendo seguida por três “pivetes”, sendo que um deles era uma versão anã e pintada de azul do Fred Mercury Prateado. Não tomei nada, eu juro.

Eu estava em uma feira de ciências, com Dânia e Mariana, sua amiga de infância. Elas fuçavam nos trabalhos, mas eles eram sem graça. Eu estava sem saco até para ler as instruções – como sempre. hehehehe Parecia ser na UFMA, mas, como em quase todo sonho, o lugar não parecia com o da realidade. Antes eu conversava com mamãe e perguntava se era possível, mesmo tanto tempo depois de ter acabado a faculdade, eu me inscrever em uma bolsa para passar dois meses na França. Ai, isso é sonho MESMO! Mamãe dizia que sim, que ia se informar sobre a burocracia para mim. O Allan também aparecia no sonho, eu tirava algumas fotos dele.

Olha ele aí, meu eterno candidato

Foi engraçado demais. Eu ligava para o Eduardo Suplicy, do skype. Ele atendia, a gente conversava muito, ele com aquela famosa paciência quase lerda de vovô, mas a primeira coisa que eu falava era que votaria nele até para síndico do meu prédio – e VOTARIA MESMO.

O cenário era, mais uma vez, a casa do Turu, a casa dos meus avós paternos, casa que nem existe mais. A mesa de mármore estava cheia de gente, todos tinham acabado de almoçar, mas eu lembro que era papai quem estava na cabeceira, de frente pra mim. E papai não acreditava que eu estava mesmo falando com Eduardo Suplicy. Quando acreditava, entrava na conversa e ficava dizendo pros outros o quanto eu era esperta. Eu, um tanto envergonhada da exibição paterna, dizia que tinha achado o endereço do skype do senador no site do senado.

Em um momento da conversa, outro pai decidia exibir o filho: Eduardo Suplicy colocava o Supla na linha para cantar um jingle que ele tinha feito pra uma campanha xis do pai. hahahahahaha E o senador também mandava um vídeo dele correndo na São Silvestre. hahahahahahaha


You may say I´m a dreamer


[but I´m not the only one]

Quem te viu quem te vê

  • 14.602 hits