Anotações oníricas [Viagens ao dormir]

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Bibi me contou hoje que sonhou uma coisa que a fez acordar agoniada, pensando na minha tristeza, caso fosse verdade. Ela passava em frente ao Elefantinho e estava tudo demolido. Meu lugar favorito em São Luís todinho no chão. Isso seria um pesadelo, não gosto nem de pensar. Elefantinho é a sorveteria da MINHA VIDA.

Eu e minha Bibi

Bibi sonhou que eu morria. E ficou angustiada, disse que quase me ligou de madrugada e, agora de manhã, me contou no msn. E ontem à noite, já deitados para dormir, DO NADA, Cleiton disse: “Cadê Bibi?”, uma brincadeira que começou quando Maurício criou uma “musiquinha” pra saudade que sinto da irmã. Na hora em que Cleiton falou, eu ri, disse que logo estaremos lá em São Luís, mas o que me deu mesmo foi uma angústia. Lembrei de mamãe dizendo, horas antes, que Dânia tinha saído. Fiquei neurótica, levemente neurótica: ela foi de carro? Pro reggae? Vai voltar com quem? Alguma coisa estranha vai acontecer à minha irmã?

Pois bem: hoje de manhã ela me contou que estava decidida a ir ao tal reggae, mas que, de repente, desistiu. E olha que isso é difícil de acontecer! Ela nem foi e eu fiquei aqui pensando que algo estranho ia acontecer a ela. Ela não foi e sonhou que eu morria.

Estamos aqui, as duas. Ufa. Viva a vida e esse amor que nos liga mesmo à distância. E para sempre!

Anteontem eu passei uma agonia grande. Ainda estou tentando sair dela, aliás. E sonhei a noite TODA com ratos. Muitos. Uns ratos brancos nojentos. Uns cinzentos horrorosos. Odeio ratos. Herdei da minha mãe essa fobia. Eu me descontrolo se um passa mesmo longe de mim. Eles me assombraram a noite toda. E várias ratas davam cria na minha frente. Agonia. Mas estou saindo dela.

otelo

Sonhei que espumava de ciúme. Isso não é sonho porra nenhuma. Isso é pesadelo dos brabos. Pior é que no sonho, assim como na vida, no final eu achava que tava vendo chifre em cabeça de cavalo. E não na minha. Se bem que nem sempre é assim. Mas no sonho foi. Acordei com vontade de socar o marido, que dormia lindamente do meu lado. Mas achei melhor não. Até respirei aliviada, admirei a beleza dele um pouco e voltei a dormir.

Leave me where I am, I´m only sleeping

Leave me where I am, I´m only sleeping

Hoje eu tive um pesadelo acordada. Foi horrível, claro.

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Eu corria muito. Marcava de encontrar sei lá quem [ou será que sei?] em uma lanchonete imensa que tinha a frente para a Paulista e os fundos para a Alameda Santos [e que não existe]. Chegando lá, um assalto em uma farmácia onde parei para comprar alguma coisa. Eu me escondia. E corria. Mas para onde eu corria, tinha confusão. Eu não conseguia escapar.

Antes disso, sonhei com a madrinha da minha irmã caçula, tia Marluce, que eu não vejo há muitos anos. E com Renato, o filho dela que tinha a idade mais próxima à minha. E que também não vejo há muitos anos. Estávamos na mesma casa, decidindo quem ia dormir onde. E eu tinha muita intimidade com ele, como se fôssemos irmãos.

Completando a trilogia, sonhei com a faculdade. Só com a entrada do campus. E eu chegava a pé. Tinha uma pista para pedestre, igual a uma ciclovia. Só era permitido andar ali a pé. E mamãe ia comigo, dizendo que ia obrigar minha irmã a andar naquele lugar porque ela era muito preguiçosa. hahahahahaha

Tá pensando que sequela é feridinha no ponto de arrancar o cascão? Fica aí acordada pra ver o que é pesadelo.

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