Anotações oníricas [Viagens ao dormir]

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Tulips

Anteontem eu sonhei que estava em um show de Tulipa. Normal, se eu pensar que anteontem eu estava MESMO em um show de Tulipa.

MAS, como sonho é sonho, o show era no velhooooooo auditório do Marista, minha escola. Aquelas cadeiras duras adoráveis, onde vi tantas apresentações. Aquele palco onde vez por outra a artista tímida era eu!

Tulipa estava atrasada, o auditório estava lotado. De repente, entrava no palco Thalma de Freitas, com uma roupa linda, meio fantasia, com a barriga de fora e o cabelo mais montado de todo o universo. Ela entrava para dizer que Tulipa estava no camarim, muito nervosa, mas que em breve começaria o show. “Ela está triste porque essa temporada foi maravilhosa e já acaba amanhã.” Palmas, muitas palmas!

Quando Tulipa entrou no palco, radiante como sempre, a maior surpresa onírica! O auditório, o velhooooooooo auditório da minha velha escola, começava a se mover. Ele todinho! O auditório era uma espécie de ônibus e levaria todo mundo – cadeiras duras, palco, cantora, plateia – para um passeio pela cidade.

Noite retrasada eu sonhei com ela. Minha filha.

No sonho, ela ainda não aparecia, mas já estava a caminho. Na verdade, estava quase chegando. Minha barriga estava enorme. Dânia estava ao meu lado.

Estávamos vendo TV e começava a passar uma reportagem sobre crianças no carnaval. Fantasias e etc. E a música era exatamente a do nome dela. Dânia começava a chorar, emocionada, dizendo que não via a hora da neném chegar. Foi bem real e emocionante.

Noite retrasasa Aurora não mostrou sua carinha. Mas apareceu para mim em forma de música.

Luz, raio, estrela e luar (nas alturas)

Wando morreu semana passada. Há uma semana, para ser exata. E essa madrugada eu sonhei que estava em um show do Wando!

O show era nas alturas. Não, eu não tinha morrido no sonho. Eu estava bem viva, e chegava no show em um carro, com Jamille e Mamá. Mas o carro subia uma colina tão íngreme, mas tão íngreme, que parecia que ia cair, que a gente ia desabar. Descíamos do carro – o carro ficou parado no meio da multidão – e o lugar lotado parecia o Parque do Ibirapuera, só que nas alturas.

Em meio a tanta gente, do nada, eu via Alexander, meu amigo altão! No sonho ele era ainda mais alto, se destacava no meio da multidão facilmente.

E todos estávamos lá ouvindo Wando. No sonho, Wando, aliás, não tinha morrido. Ufa.

Gripada, estou na base do Naldecon noite. Antigripal que dá um sono descomunal. O que me fez perder ontem a participação de Tulipa no programa do Danilo Gentili. Não vi, mas acabei sonhando com ela. 🙂

No sonho, ela ligava para mim por skype, para dar parabéns pelo meu aniversário. Ela não tinha ido à festa e, pelo skype, estava me explicando o porquê. O engraçado é que Mônica, amiga de infância, estava lá em casa por algum motivo e, ao ver que Tulipa estava na tela do computador, começava a berrar que adorava a voz dela, que era fã, que a amava! hahahahahaha

Rafa e Tulipa no casamento do amor que canta

Sonhei com esse disco. O McCartney II. De 1980. E que eu devo ter desde 1990 mais ou menos. E que vem por aí remasterizado. No sonho eu beijava, cheirava, abraçava o disco. Um caso de amor. 🙂 Domingo tem Paul pela quinta vez. Deve ter algum sentido. 🙂

Sonhei com Paul McCartney ontem e anteontem.

Ontem ele estava passando som para um show que faria no Marista, escola onde estudei. E eu não conseguia entrar. Ficava doida, andando pela calçada, e me diziam que não cabia mais ninguém lá dentro.

Anteontem eu tive mais sorte. Bem mais. Eu e Cleiton estávamos em um show de Paul na praia de Copacabana. Aham! Detalhes bizarros oníricos: cada pessoa estava sentada em uma carteira de escola, colocada na areia mesmo. E a gente estava na primeira fila! Quase no final do show, o velho e amado Macca descia do palco e ia até a minha carteira. Segurava minhas duas mãos e continuava cantando.

Sonho é bom porque é da gente! 😛

Outro dia eu sonhei com Gonzaguinha. Não lembro muito como foi o sonho, mas, como adoro ouvir essa criatura, quis deixar registrado aqui.