Anotações oníricas [Viagens ao dormir]

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Eu estava em uma feira de ciências, com Dânia e Mariana, sua amiga de infância. Elas fuçavam nos trabalhos, mas eles eram sem graça. Eu estava sem saco até para ler as instruções – como sempre. hehehehe Parecia ser na UFMA, mas, como em quase todo sonho, o lugar não parecia com o da realidade. Antes eu conversava com mamãe e perguntava se era possível, mesmo tanto tempo depois de ter acabado a faculdade, eu me inscrever em uma bolsa para passar dois meses na França. Ai, isso é sonho MESMO! Mamãe dizia que sim, que ia se informar sobre a burocracia para mim. O Allan também aparecia no sonho, eu tirava algumas fotos dele.

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Sonhei com um bebê prematuro, muito pequeno, muito. Ele se chamava Miguel e era meu filho. Eu tinha tido ele em situações estranhas. Tipo na rua, encostada a um carro. Papai tinha me ajudado a trazer o bebê ao mundo e Cleiton também estava perto. Mas, mesmo prematuro, Miguel não foi nem pro hospital. E o bizarro: FALAVA. Era pequeno, muito cabeludo, tinha o cabelo mais preto do mundo. Eu havia conseguido dar de mamar a ele e, depois de ter dormido bastante, no meio da rua (!!!), eu acordei querendo saber se não estava na hora de dar de mamar outra vez. Papai dizia que não, que o bebê não estava com fome. E Cleiton dizia que tinha dado a mamadeira pra ele. Eu pegava Miguel no colo, ele sorria pra mim e eu achava esquisito ele ter os gestos de um adulto. Eu me espantava mesmo, ficava com medo. Aí ele dizia assim para mim: “Mamãe, ninguém pode fugir do seu destino.”

Sonhei com a casa do Turu. A casa de vovô Noske e vovó Cita, que hoje nem é mais da gente. Faz tempo que não passo nem em frente, mas essa madrugada eu “passei” por lá. A diferença é que da avenida era possível ver tudo que acontecia lá dentro, como se o muro alto fosse transparente. E a casa que eu tanto amei havia virado um asilo. Casa de repouso para velhinhos. Estava sol e um velhinho passeava entre as roseiras de vovô.

Depois do sonho que tive essa noite, quero sonhar com os números da Mega-Sena. 🙂

Passeio de barco com turistas e as duas irmãs pelo rio Nilo (ham?? hahahahaha). E eu caí nele. Me puxaram, dizendo que era pecado mergulhar nesse rio. Falaram de Jesus até. Quando voltei para o barco, senti que a água fedia muito. MUITO. Enjoei.

Joãozinho me apareceu em sonhos essa noite também. Rindo, como sempre. Mas não lembro de mais nada.

Amanda e Wallace, Rio, julho de 2009

Essa noite sonhei que eu estava na festa de 9 anos de Amanda. Era na casa de mamãe, como provavelmente vai ser, mas a casa era um pouco diferente. Lembrava um pouco a casa de vovó Ditosa, em Teresina. Amanda estava radiante, feliz demais. E eu tão feliz quanto, por estar ali vendo a alegria dela.

Daí que acabo de saber que ontem o pai dela chegou em São Luís, para 15 dias de férias. Detalhe: eles não se viam há um ano. E ela TAMBÉM ESTÁ DE FÉRIAS!!!! Agora devem estar indo à praia e mamãe me disse que ela está a alegria em forma de pessoinha. Ou seja: EU GANHEI MEU DIA, ESTOU RADIANTE COMO NO SONHO!!!!!

William, querido geminiano,
estreando em sonhos meus

Pela primeira vez nesse quase um ano em que nos conhecemos, sonhei com William. Perto do aniversário dele, bem no nosso inferno astral. O sonho foi bem real. Ele estava no Rio – onde está agora mesmo – e ligava perguntando umas coisas pra gente. Dicas de bar ou algo assim. William é uma presença tão necessária, que até sonhar com ele é bom demais.

Sonhei também com a minha escola. Que, entre uma sala de aula e outra, tinha vitrines de lojas. Como se fosse um shopping. Eu passeava pelos corredores, em busca da sala de Dânia. E achava.

Outra lembrança da noite é de um casamento na casa dos meus avós, no Turu. Atrizes da novela de Manoel Carlos, Lilian Cabral e Natália do Valle, perguntavam se as madrinhas iam entrar também com buquê de flores. Bizzaro. E, no meio da arrumação da casa para a cerimônia, eu encontrava um prato de salada murcha atrás da cadeira onde vovô se deitava para ver TV. Como se tivesse sido esquecida ali há semanas. Ou há meses.