Anotações oníricas [Viagens ao dormir]

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Até os sonhos estão me dando o toque: ando apegada demais ao cabelo. Sempre gostei de cortar, pintar, mudar, usar essa parte do corpo para ter uma cara um pouco diferente a cada época. Não corto desde setembro de 2012, quase dois anos. E meu cabelo joãozinho virou uma cabeleira grande, pros meus padrões.

Essa noite, sonhei que aparecia com ele mais curto. Não joãozinho, mas chanel. Na altura do queixo. Todo mundo reclamava. Mamãe reclamava muito. No sonho, eu estava tranquila com o cabelo. Mas dizia para todos que protestavam: “Já estou deixando crescer de novo.”

A verdade é que estou adorando ele comprido. É a fase. Mas não gosto, aliás, detesto, o apego capilar. Sou mais eu que o meu cabelo. Preciso ser. Precisamos ser.

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Não paga nada ♥

Amanda e Dânia (Bibi), minhas loiras lindas lembrando que não custa nada… ♥♥

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Noite retrasada eu sonhei com uma coisa que já aconteceu na vida real. De forma menos drástica, mas aconteceu.

Estávamos assistindo à Copa do Mundo na TV. E o Brasil era eliminado na primeira fase, a de grupos. Ficava em último.

Cleiton fazia comentários mais técnicos. E Dânia chorava, berrava, soluçava.

Para quem não sabe, Dânia faz isso na vida real. Acho que ela só não chora em amistoso, hehehehe Mas minha irmã caçula, que na adolescência assinava a revista “Placar” enquanto as amigas assinavam provavelmente a “Capricho”, é uma passional futebolística (da Seleção Brasileira, é preciso ressaltar).

Ou seja, tomara que meu sonho não tenha sido visionário. Não quero ver a loira arrasada, como vi em 1998.

Sonhei com vovó Cita. Era hoje e ela estava viva, mas nem de longe aparentava a idade que teria atualmente, quase 88 anos. Estava nova e morava em uma linda casa de condomínio, com uma piscina no quintal todo gramado. Vera morava com ela e também aparentava ser mais nova.

De resto, todos nós tínhamos a cara de hoje. Estávamos tomando banho na piscina, à noite. Era uma espécie de inauguração da casa de vovó. Papai de dentro da piscina gritava que não ia mentir e que agora queria mesmo um neto “machinho”.

Todos riram muito. Foi o sonho mais acolhedor dos últimos tempos.

Noite retrasada eu sonhei com ela. Minha filha.

No sonho, ela ainda não aparecia, mas já estava a caminho. Na verdade, estava quase chegando. Minha barriga estava enorme. Dânia estava ao meu lado.

Estávamos vendo TV e começava a passar uma reportagem sobre crianças no carnaval. Fantasias e etc. E a música era exatamente a do nome dela. Dânia começava a chorar, emocionada, dizendo que não via a hora da neném chegar. Foi bem real e emocionante.

Noite retrasasa Aurora não mostrou sua carinha. Mas apareceu para mim em forma de música.