Anotações oníricas [Viagens ao dormir]

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Sonhei que andava de caminhão. Cleiton que dirigia. hehehehe E ele dirigia bem rápido. Eu lembro que perguntei pra ele: “Como faz para ver se tem um anão na frente do caminhão?” E ele dizia: “Não tem como ver, tem que arriscar mesmo.” hehehehehe

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No sonho dessa noite – um dos, porque sei que foram vários!! – eu era destemida. Muito destemida.

Eu e Cleiton estávamos em São Luís. Parecia a região da praça Maria Aragão. Estava muito escuro e a gente estava caminhando para pegar o carro. No meio da escuridão, aparecia um cara, de uns 40 anos mais ou menos, e nos atacava. Queria minha bolsa vermelha e mandava a gente calar a boca.

A bolsa que o ladrão queria

Eis que eu enfiava uma faca na barriga do cara. Começou a sair sangue pra todo lado e ele ficou cambaleando, sem cair. Detalhe: a faca usada era uma que tem aqui em casa, do cabo de madeira, que eu adoro usar para descascar laranja. Ela ficava enfiada no bucho do ladrão e eu ia lá arrancar, porque fazia questão de pegar minha faca favorita de volta.

Cruzes!

Uma voz sussurrou no meu ouvido:

– Quer uma poesia bem bonita?

Eu, como se estivesse acordando do sono que estava tendo na “vida real” mesmo, respondi:

– Quero.

E a voz me disse:

– Pois olhe para o lado.

E eu abri os olhos, no sonho e na vida. Lá estava ele, dormindo, lindo. Eu entendi o recado.

Um príncipe dormindo

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Sonhei com um bebê prematuro, muito pequeno, muito. Ele se chamava Miguel e era meu filho. Eu tinha tido ele em situações estranhas. Tipo na rua, encostada a um carro. Papai tinha me ajudado a trazer o bebê ao mundo e Cleiton também estava perto. Mas, mesmo prematuro, Miguel não foi nem pro hospital. E o bizarro: FALAVA. Era pequeno, muito cabeludo, tinha o cabelo mais preto do mundo. Eu havia conseguido dar de mamar a ele e, depois de ter dormido bastante, no meio da rua (!!!), eu acordei querendo saber se não estava na hora de dar de mamar outra vez. Papai dizia que não, que o bebê não estava com fome. E Cleiton dizia que tinha dado a mamadeira pra ele. Eu pegava Miguel no colo, ele sorria pra mim e eu achava esquisito ele ter os gestos de um adulto. Eu me espantava mesmo, ficava com medo. Aí ele dizia assim para mim: “Mamãe, ninguém pode fugir do seu destino.”

Sonhando acordada: com ele dançando na sala “Somebody told me”, do Killers, com aqueles passinhos que só ele sabe. Ai, que lindo…

Da série bizarrices.

Eu entrava no banheiro e lá via uma travessa com uns restos de salada. Pegava a travessa para levar pra cozinha e, quando ia jogar os restos de salada fora, via que a aliança de Cleiton estava lá dentro. Tadinha, toda suja de azeite e molho caseiro Hellmann´s.

Só isso. Eu tirei a aliança de lá e não vi mais nada.

Dia do casamento!

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