Anotações oníricas [Viagens ao dormir]

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Cleiton disse hoje de manhã: “Há sonhos e há os seus sonhos”. Achei bem bonito. Mas o dessa noite realmente fez a frase fazer sentido. hahahahahaha

– A gente morava na maior casa que já vi na vida: tinha duas piscinas, três cozinhas e quartos e salas eu perdi a conta. Uma cozinha era moderna e a outra era toda rústica, com panelas de barro e fogão de lenha;

– Amanda tomava banho de piscina, muito empolgada, como ela sempre fica em piscinas! E somente quando a via lá, pulando na água, eu me tocava que “agora vamos precisar ter uma pessoa para limpar essas piscinas!”;

– Na fachada da casa havia uma IGREJA! Não era uma capelinha, não. Era uma catedral, imensa, com escada e tudo para se chegar à entrada. E na escada estava rolando um show de Cauby Peixoto, hahahahaha;

– Dânia e Tatiana estavam impressionadas com a casa imensa. Dânia descobria, ao lado da igreja, uma placa. Nela dizia que a casa tinha pertencido ao Quidinho, filho de Euclides da Cunha e Anna de Assis, morto em um duelo com Dilermando. HAHAHAHAHA Eu ficava com medo depois dessa informação, cheguei a dizer que não moraria mais naquela casa.

Daí acordei. Há sonhos e há os meus sonhos. Jesus. hahahahaha

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Ontem dormi ouvindo Lou Reed. No dia que ele morreu, anteontem, me deu vontade de ouvir, mas não consegui. Ou não quis mesmo.

Daí o sono que veio, ao som do Transformer, me fez sonhar que tínhamos uma cachorrinha em casa. Ela surgia do nada, era yorkshire e se chamava Loulou. Assim mesmo que o nome dela era escrito, ela tinha isso em uma coleira.

Quando eu via Loulou, me espantava. “Cleiton, que cachorra é essa?”

Embaixo do computador, tinha um pratinho vazio, o dela. E ela sentia fome. Cleiton parecia já saber que ela estava conosco há um tempo, porque na mesma hora ia até a área de serviço e pegava um potinho – já na metade – com a ração dela. Ela sentia muita sede e eu me agoniava porque não tinha um pratinho de água.

Entre uma e outra providência para que a nova habitante se sentisse bem, eu insistia: “De onde surgiu essa cachorrinha?” E Cleiton acabava me contando que ela era dele, da época do primeiro casamento. Mas nem ele sabia como ela tinha ido parar ali.

O sonho da noite foi LINDO!

Eu e Cleitin estávamos em um carro, em uma estrada escura, rumo a um show de Roberto Carlos. Parecia que era a estrada de Ribamar, e o show era meio longe. Estávamos em São Luís, ou seja, a chance de ser em Ribamar era grande, hehehehe

A caminho do show, eu dirigindo, ele do lado contando histórias enquanto ouvíamos música, ele via um bilhete de mamãe. Ela tinha nos dado R$ 303 (olha a precisão dos três reais!) para que a gente comesse durante o show do Rei.

Mamãe consegue ser linda e fofa na vida real e nos sonhos.

 

Ontem de noite, antes de dormir, Cleiton falou:
– Se sonhar com Dona Tina, diga que eu vou sentir muita saudade.
Hoje de manhã, eu pra ele:
– Eu sonhei, gato. Mas não pude dar o seu recado, porque ela não parou para falar comigo um minuto. Dançou a noite toda!

Tina linda, te amamos muito! Para sempre!

É, o amor é lindo...

Hoje, ao acordar, a primeira coisa que ele falou foi:

– Eu estava sonhando com você.

Sorri. Chamei ele de lindo. E pedi: “Me conta.”

– Eu estava dizendo que te amo.

Como odiar essa segunda-feira?

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Depois de seis dias naquela cidade linda, eu sonhei com ela pela primeira vez anteontem. Nem estava no Caminito, meu lugar favorito por lá, e sim nos arredores de Palermo, onde ficamos.
Isso já é saudade? Vontade de voltar?

Um beijo diante da Casa Rosada

Cleitin e Kaki King

Sonhei que meu marido havia sido casado com a Kaki King. E que nunca tinha me contado. Minha maior raiva no sonho era essa: como assim ele tinha deixado eu fotografar os dois, depois do show da moça (que nem de moços gosta, hehehehe), sem saber que eles haviam sido casados anos antes? Daí eu me rebelava, dizia que eles dois eram uns falsos, que olhando a foto ninguém diria que ali estava um ex-casal, que eles fingiram muito bem nunca terem se visto. hehehehehe