Anotações oníricas [Viagens ao dormir]

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Simples assim.
Sonhei que achava meu passaporte.

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Minha caçula dormindo na minha cama:
estaria ela sonhando?

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Uma voz sussurrou no meu ouvido:

– Quer uma poesia bem bonita?

Eu, como se estivesse acordando do sono que estava tendo na “vida real” mesmo, respondi:

– Quero.

E a voz me disse:

– Pois olhe para o lado.

E eu abri os olhos, no sonho e na vida. Lá estava ele, dormindo, lindo. Eu entendi o recado.

Um príncipe dormindo

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Sonhei com a casa do Turu. A casa de vovô Noske e vovó Cita, que hoje nem é mais da gente. Faz tempo que não passo nem em frente, mas essa madrugada eu “passei” por lá. A diferença é que da avenida era possível ver tudo que acontecia lá dentro, como se o muro alto fosse transparente. E a casa que eu tanto amei havia virado um asilo. Casa de repouso para velhinhos. Estava sol e um velhinho passeava entre as roseiras de vovô.

William, querido geminiano,
estreando em sonhos meus

Pela primeira vez nesse quase um ano em que nos conhecemos, sonhei com William. Perto do aniversário dele, bem no nosso inferno astral. O sonho foi bem real. Ele estava no Rio – onde está agora mesmo – e ligava perguntando umas coisas pra gente. Dicas de bar ou algo assim. William é uma presença tão necessária, que até sonhar com ele é bom demais.

Sonhei também com a minha escola. Que, entre uma sala de aula e outra, tinha vitrines de lojas. Como se fosse um shopping. Eu passeava pelos corredores, em busca da sala de Dânia. E achava.

Outra lembrança da noite é de um casamento na casa dos meus avós, no Turu. Atrizes da novela de Manoel Carlos, Lilian Cabral e Natália do Valle, perguntavam se as madrinhas iam entrar também com buquê de flores. Bizzaro. E, no meio da arrumação da casa para a cerimônia, eu encontrava um prato de salada murcha atrás da cadeira onde vovô se deitava para ver TV. Como se tivesse sido esquecida ali há semanas. Ou há meses.

Mais de um mês sem postar. Mas sigo sonhando.

Outro dia sonhei com Rabu e com Fernando. Eles estavam novamente morando em São Paulo, agora em uma casa só deles. Demorei a postar, o sonho foi há alguns dias já, e, claro, perdi um pouco de detalhe pelo caminho. Mas era isso. Eles estavam novamente aqui. E isso é sinal de que foi um sonho bom.

Rabu: muito lindo, né não?

Essa noite tive um sonho quase pesadelo que já tive. Fico angustiada com ele, porque fica parecendo, para mim, que as pessoas que amo muito estão angustiadas em outra dimensão.
O sonho foi com a tal porta da cozinha da casa do Turu, onde moravam meus avós paternos. Já sonhei que vovó insistia em deixar a porta aberta, mesmo à noite, deixando a noite entrar cozinha adentro. Ela já estava morta, sabia disso, eu também tinha essa consciência e, claro, não tinha medo dela. Mas pedia que ela entrasse e me deixasse fechar a porta. Ela não deixava. E dizia que ela cuidaria da casa. Na época em que tive esse sonho soube por minha irmã mais velha que haviam roubado essa porta e que a casa, vazia e ainda não vendida, estava sendo saqueada. Chorei muito ao saber.
Noite passada tive o mesmo sonho, mas desta vez quem insistia para manter a porta escancarada era Dadá. Dadázinha, que sempre sentava no seu banquinho bem ali do lado da porta. Pois agora foi ela que não deixou por nada eu fechar. Abriu quantas vezes foi necessário e não me deixou nem argumentar.