Anotações oníricas [Viagens ao dormir]

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Sonhei que ensinava duas crianças a nadar. A menina lembrava a filha de um amigo, Alexander. O menino era igual a Neymar, só que criança. Eu estava empenhada na função, as crianças iam e vinham pela piscina, eu ia junto, ensinava as braçadas e etc. De repente, do nada, eu via que a piscina estava vazia. Achei estranho.

Sonhei que andava de caminhão. Cleiton que dirigia. hehehehe E ele dirigia bem rápido. Eu lembro que perguntei pra ele: “Como faz para ver se tem um anão na frente do caminhão?” E ele dizia: “Não tem como ver, tem que arriscar mesmo.” hehehehehe

No sonho dessa noite – um dos, porque sei que foram vários!! – eu era destemida. Muito destemida.

Eu e Cleiton estávamos em São Luís. Parecia a região da praça Maria Aragão. Estava muito escuro e a gente estava caminhando para pegar o carro. No meio da escuridão, aparecia um cara, de uns 40 anos mais ou menos, e nos atacava. Queria minha bolsa vermelha e mandava a gente calar a boca.

A bolsa que o ladrão queria

Eis que eu enfiava uma faca na barriga do cara. Começou a sair sangue pra todo lado e ele ficou cambaleando, sem cair. Detalhe: a faca usada era uma que tem aqui em casa, do cabo de madeira, que eu adoro usar para descascar laranja. Ela ficava enfiada no bucho do ladrão e eu ia lá arrancar, porque fazia questão de pegar minha faca favorita de volta.

Cruzes!

Sonhar que está atravessando uma missa lotada de gente, na igreja do São Francisco, enrolada em uma toalha, é bem bizarro, não? Pois é. E mais que isso: correndo de toalha, sendo seguida por três “pivetes”, sendo que um deles era uma versão anã e pintada de azul do Fred Mercury Prateado. Não tomei nada, eu juro.

Sonhei com um bebê prematuro, muito pequeno, muito. Ele se chamava Miguel e era meu filho. Eu tinha tido ele em situações estranhas. Tipo na rua, encostada a um carro. Papai tinha me ajudado a trazer o bebê ao mundo e Cleiton também estava perto. Mas, mesmo prematuro, Miguel não foi nem pro hospital. E o bizarro: FALAVA. Era pequeno, muito cabeludo, tinha o cabelo mais preto do mundo. Eu havia conseguido dar de mamar a ele e, depois de ter dormido bastante, no meio da rua (!!!), eu acordei querendo saber se não estava na hora de dar de mamar outra vez. Papai dizia que não, que o bebê não estava com fome. E Cleiton dizia que tinha dado a mamadeira pra ele. Eu pegava Miguel no colo, ele sorria pra mim e eu achava esquisito ele ter os gestos de um adulto. Eu me espantava mesmo, ficava com medo. Aí ele dizia assim para mim: “Mamãe, ninguém pode fugir do seu destino.”

Bye, Brad

Sonhei que o Brad Pitt morria. E eu não lembro do quê.
Rest in peace [in my dream].

O que faz uma pessoa que nem assina Caras sonhar com a Giovanna Antonelli grávida, imensamente grávida de suas gêmeas? Não sei. Mas eu sonhei. Deve ter sido exatamente a Caras que eu li no salão, em São Luís, outro dia desses. Mas o mais bizarro do sonho é que, nele, eu sabia que era o dia 11 de setembro. E por causa da data fiz a piada mais imbecil de todos os tempos. O que faz uma pessoa fazer uma piada imbecil em um sonho??? Não sei. Mas eu fiz!

A Giovanna Antonelli paria suas gêmeas dia 11 de setembro. E eu nem sei se ela já pariu ou não. Daí alguém dizia que as gêmeas nasceram no dia em que as “torres gêmeas” morreram. Eis que eu saía com a pérola, da qual me envergonho, mesmo tendo sido no sonho: “Legal seria se fossem filhas da Fernanda Torres. Daí poderíamos dizer que eram as Torres gêmeas.”

Corei de vergonha. Acordei corada.

Giovanna Antonelli quase espocando na praia

Passeio de barco com turistas e as duas irmãs pelo rio Nilo (ham?? hahahahaha). E eu caí nele. Me puxaram, dizendo que era pecado mergulhar nesse rio. Falaram de Jesus até. Quando voltei para o barco, senti que a água fedia muito. MUITO. Enjoei.

Joãozinho me apareceu em sonhos essa noite também. Rindo, como sempre. Mas não lembro de mais nada.

O suicida era realmente muito jovem. Seu rosto não aparecia, somente o braço ensanguentado jogado no ar, caído do lado esquerdo da cama. Em cima do criado-mudo, com uma letra feia, em um papel sujo de sangue, o bilhete. O último bilhete.

“Não sintam falta do que eu nem fui.
Nunca fui nada além que meus próprios esconderijos.”

Depois que li, assustada e triste, eu acordei.

William, querido geminiano,
estreando em sonhos meus

Pela primeira vez nesse quase um ano em que nos conhecemos, sonhei com William. Perto do aniversário dele, bem no nosso inferno astral. O sonho foi bem real. Ele estava no Rio – onde está agora mesmo – e ligava perguntando umas coisas pra gente. Dicas de bar ou algo assim. William é uma presença tão necessária, que até sonhar com ele é bom demais.

Sonhei também com a minha escola. Que, entre uma sala de aula e outra, tinha vitrines de lojas. Como se fosse um shopping. Eu passeava pelos corredores, em busca da sala de Dânia. E achava.

Outra lembrança da noite é de um casamento na casa dos meus avós, no Turu. Atrizes da novela de Manoel Carlos, Lilian Cabral e Natália do Valle, perguntavam se as madrinhas iam entrar também com buquê de flores. Bizzaro. E, no meio da arrumação da casa para a cerimônia, eu encontrava um prato de salada murcha atrás da cadeira onde vovô se deitava para ver TV. Como se tivesse sido esquecida ali há semanas. Ou há meses.


You may say I´m a dreamer


[but I´m not the only one]

Quem te viu quem te vê

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