Anotações oníricas [Viagens ao dormir]

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Essa noite, entre tantos pequenos sonhos, eu sonhei com Isabelle e Allan, os pais de Luna. Deve ser porque essa pequenina amada já está chegando.

No sonho, estávamos em um lugar aberto, eles dois sentados em uma mesa cheinha de gente. Eu só conhecia eles dois mesmo. E eles estavam com as mãos bem dadas, apertadinhas, muito juntas. Eu via aquela cena e, de pé atrás deles, beijava as duas mãos.

Foi uma cena muito bonita, de muito amor. Tudo porque Luna está para chegar!

A bela Belle, mãe de Luna ♥

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Essa noite sonhei com Bernardo. Acho que pela primeira vez. Estava na casa de Dona Tina, aquela casa que eu tanto amo! Lembro bem que todos da família apareceram no sonho. Eu estava brincando com Bernardo, o maior dengo. Ele só tinha olhos pra Fi (eu!). Até Adriano “bro” chegar! hahahahaha Daí ele pulou do meu colo pro de Adriano, e não quis mais nada comigo. E eu ficava reclamando que aquilo era covardia, que concorrer com ídolo ninguém pode. E Marina dizia pra Adriano devolver Bernardo pra mim! hahahaha

Bernardelvis: show em São Paulo

Outro sonho da noite cheia de sonhos foi que eu jogava o Guia da Folha dessa semana, que dormiu no chão, do meu lado da cama, na Paulista. E um ônibus passava por cima. E eu LOUCA ia pro meio da avenida tentar pegar a revistinha toda amassada.

Sonhei também com a primeira pessoa do trabalho novo! Eu ligava para Bruno, daqui de casa, e pedia para ele avisar pra Larissa que eu não ia trabalhar naquele dia. hehehehehe

Provavelmente pela primeira vez também eu sonhei com Reuben! Mas até no sonho ele estava sumido e só “apareceu” por telefone. hehehehehehe

Reuben, que saudade!

Acho que me lembro só desses, mas acordei com a cabeça pesada de tanto sonhar.

Nossa filha, segundo a brincadeira do Facebook

Hoje é aniversário da Alê, amiga muito querida que está morando em Curitiba. Falei com ela no msn para dar os parabéns. Conversa vai, conversa vem, ela me contou: em dezembro, sonhou que eu estava grávida.

– E era menina! – ela me disse.

No sonho, eu pedia milhas pra ela, porque queria ter a criança no Maranhão. E tava com medo de ter no avião.

Fica tranquila, tá filha? Mamãe vai se aquietar e você vai nascer por aqui mesmo. 🙂

Noite agitada, com bebês e amores platônicos da adolescência. Mas, em geral, o mais bizarro foi o bebê que eu tinha parido há vinte horas (vejam que precisão!) e que ainda não tinha comido nada. Eu não conseguia dar nenhuma comida a ele. Minha mãe mandava eu me arrumar para sair em busca de comida para ele (parecia ser menino, não sei bem), e eu ficava fazendo muitas coisas antes de sair. Parecia que eu estava com medo de sair de casa. Já perto de acordar (acho que o último “filme” do dia), sonhei que estava com Micheliny, finalmente visitando Theo. Ele era bebê, como ele ainda é de verdade, mas falava tudo. E de vez em quando ele virava uma caneca. Cada palavra que ele falava, diminuía o líquido dentro da canequinha. Eu dizia que ele era lindo e ele concordava, todo charmoso. Nessa hora ele era um menino mesmo. Só que falante. 🙂