Anotações oníricas [Viagens ao dormir]

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Não paga nada ♥

Amanda e Dânia (Bibi), minhas loiras lindas lembrando que não custa nada… ♥♥

Ontem de noite, antes de dormir, Cleiton falou:
– Se sonhar com Dona Tina, diga que eu vou sentir muita saudade.
Hoje de manhã, eu pra ele:
– Eu sonhei, gato. Mas não pude dar o seu recado, porque ela não parou para falar comigo um minuto. Dançou a noite toda!

Tina linda, te amamos muito! Para sempre!

Noite retrasada eu sonhei com ela. Minha filha.

No sonho, ela ainda não aparecia, mas já estava a caminho. Na verdade, estava quase chegando. Minha barriga estava enorme. Dânia estava ao meu lado.

Estávamos vendo TV e começava a passar uma reportagem sobre crianças no carnaval. Fantasias e etc. E a música era exatamente a do nome dela. Dânia começava a chorar, emocionada, dizendo que não via a hora da neném chegar. Foi bem real e emocionante.

Noite retrasasa Aurora não mostrou sua carinha. Mas apareceu para mim em forma de música.

É, o amor é lindo...

Hoje, ao acordar, a primeira coisa que ele falou foi:

– Eu estava sonhando com você.

Sorri. Chamei ele de lindo. E pedi: “Me conta.”

– Eu estava dizendo que te amo.

Como odiar essa segunda-feira?

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Ele e eu: arcos da promessa

Minha aliança de casamento está folgada. MUITO FOLGADA. Se eu bato palma em um show, muitas vezes ela cai. Do casamento para cá, perdi dez quilos (ainda bem!), e, de certa forma, sou até feliz com a aliança frouxa. Mas prezo muito por ela. Amo. Tenho carinho. Cuidado. Ela é, de fato, o símbolo de um dia muito lindo para mim – 22 de março de 2009 – e de tudo que estamos construindo juntos.

Daí que, há alguns dias, eu sonhei com a aliança. Mais que isso, sonhei com mamãe como uma espécie de guardiã dessa aliança. Ela me ensinava a cuidar, me dava dicas de como não perder e demonstrava o maior apreço pela dita cuja.

Achei bonito. Ainda mais porque o dia dos 40 anos do casamento de mamãe e papai se aproxima (é dia 19!).

Essa noite, entre tantos pequenos sonhos, eu sonhei com Isabelle e Allan, os pais de Luna. Deve ser porque essa pequenina amada já está chegando.

No sonho, estávamos em um lugar aberto, eles dois sentados em uma mesa cheinha de gente. Eu só conhecia eles dois mesmo. E eles estavam com as mãos bem dadas, apertadinhas, muito juntas. Eu via aquela cena e, de pé atrás deles, beijava as duas mãos.

Foi uma cena muito bonita, de muito amor. Tudo porque Luna está para chegar!

A bela Belle, mãe de Luna ♥

Fazia tempo que eu não sonhava com Lilica. Quando ele morreu, em 1994, acho que sonhei com ele, todos os dias, repito, TODOS OS DIAS, até mais ou menos o fim de 1996. Em sonhos, ele até me mandou um recado importante. Depois, o tempo rei foi acalmando a saudade e os olhos impressionados diante da imagem do seu corpo morto na capela da escola.

Um dia desses, no mesmo janeiro que o levou, há 17 anos, eu sonhei com ele novamente. Era um sonho curto e a história era que descobriam que o nome dele era, na verdade, Henrique Caíque Leonardo. Leonardo, aliás, é o nome do seu irmão. E eu sei lá por que sonhei com essa questão do nome. Só sei que foi bom reencontrar com Henrique mais uma vezinha.

O lindo menino
que passou e ficou