Anotações oníricas [Viagens ao dormir]

Ele e eu: arcos da promessa

Minha aliança de casamento está folgada. MUITO FOLGADA. Se eu bato palma em um show, muitas vezes ela cai. Do casamento para cá, perdi dez quilos (ainda bem!), e, de certa forma, sou até feliz com a aliança frouxa. Mas prezo muito por ela. Amo. Tenho carinho. Cuidado. Ela é, de fato, o símbolo de um dia muito lindo para mim – 22 de março de 2009 – e de tudo que estamos construindo juntos.

Daí que, há alguns dias, eu sonhei com a aliança. Mais que isso, sonhei com mamãe como uma espécie de guardiã dessa aliança. Ela me ensinava a cuidar, me dava dicas de como não perder e demonstrava o maior apreço pela dita cuja.

Achei bonito. Ainda mais porque o dia dos 40 anos do casamento de mamãe e papai se aproxima (é dia 19!).

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